segunda-feira, 15 de março de 2010

Aquele que sim, oh sim!

Se eu fosse, aquele que sim, oh sim,
Agora diga, o que se faz, o que faço, oh menina,
Quando se entende não se explica, explicaria se assim fosse,
Pode-se entender o que mais alucina, esse andar, essa menina,
Por isso a guerra de entender a noite inteira,
Pode ser hoje, amanhã ou sexta-feira, explicaria se assim fosse,
Criar explodindo, teorias do real teórico, homo-tipo,
Se eu fosse, aquele que sim, oh sim,
Não haveria essa paz entre guerras, menos guerra entre guerras,
Oh sim, essa menina, a vida em si em singela harmonia,
Se eu fosse, aquele que sim, oh sim,
Haveria um senado, entre guerra celestial,
Explicaria se assim fosse, a quem se engana, a quem se ama,
A quem lhe trouxe, inspira-ti a matéria densa,
De grande conclusão, parados no portão, evasivos no tempo,
Se eu fosse, queria eu poder, aquele que sim, oh sim!


16/03/10

sexta-feira, 12 de março de 2010

Plunct Plact Zum (O SEGREDO)


Almas ainda exiladas,
fortes contextos ,
ligações extras de um inconsciente vivo,
do nada vieram, pro nada nao voltaram,
no inferno ficaram.
Portais entre-abertos,
será essa a saída,
ou será mais um retardo?
Ainda me pergunto, seja la o que for.
Os semi-deuses não voltaram, se misturaram.
Com os índigos ainda estão,
perdidos no tempo,
reestabelecendo limites,
aprendendo ao invérso,
resgatando e debitando.
Ainda estou vivo, ainda estou aqui,
clamo a tí capela, clamo a ti.

28/07/2009

Para o Guerreiro da Luz sempre haverá esperança.


Todo guerreiro da luz já ficou com medo de entrar em combate.
Todo guerreiro da luz já traiu e mentiu no passado.
Todo guerreiro da luz já perdeu a fé no futuro.
Todo guerreiro da luz já trilhou um caminho que não era o dele.
Todo guerreiro da luz já sofreu por coisas sem importância.
Todo guerreiro da luz já achou que não era guerreiro da luz.
Todo guerreiro da luz já falhou em suas obrigações espirituais.
Todo guerreiro da luz já disse sim quando queria dizer não.
Todo guerreiro da luz já feriu alguém que amava.
Por isso, é um guerreiro da luz; porque passou por tudo isso e
não perdeu a esperança de ser melhor do que era.


(instituto da luz)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Objetivo num instante

Houve um sopro e tudo se foi
Como um pensamento interrompido
Antes disso a satisfação estava longe
A saudade desperta como uma flecha
Além de aqui onde estás?
Foi quando víamos o passado
Com a felicidade embutida no presente
Se lembra do plano de ser feliz?
Mergulhei em aguas profundas
Apenas para ver as estrelas de perto
Tocou minha alma, se caso não consigas sentir
Então te darei minha alma, e será sua
Apenas para que vôe longe, afogar-se no ar
Surreal, inexplicavelmente lúcido.
Corra agora, vai voltar, chorar
O tempo contradiz a vontade dos dias
E incapaz de amar, sentir, viver
Grande sucesso na mídia de baixa escala
Vencer ou perder, piada fantástica.
Sem rima, sem espaço nem tempo,
Caso não enxergai a luz,
Então vá pela sombra,
Mas não deixe de andar,
Quão menos de voar.

domingo, 17 de janeiro de 2010

quando vem o amanhã..

E vocês querem que o mundo transborde em emoção,
Mas não percebem que estão acabando com ele,
Entre guerras, ataques e enxentes,
Oh sim! Já vi o que tinha de ser visto,
Agora quero que as esmoções transbordem...
Parece não entenderem, parece não se saciarem,
A verdade é clara,
E a mentia a ofusca,
Aguardais... crianças, esmeralda...
Oh sim! um novo mundo a partir do mesmo.
Parece agora entender, pois sim, és verdade.
Mundo acabe logo, índigos que sumam..
Supra sois vós..
E o tempo de transação imaginária e figurativa,
Oh sim! eu tenho pena, oh sim! sou humano.
Capela capela, caia aqui e transborde vósso azul.
Vou-me embora, tanto faz.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Aquele natal

Oh sim! é natal, que legal,
Momentos centralizantes,
Enriquecido por abrangências,
Esquecido como ilegal,
Feliz natal a quem pode,
Infeliz natal a quem se vive,
Pode-se festejar,
Pode-se vivenciar,
Mas não se pode esquecer,
A morte querida,
O incicio marcado pelo fim,
A desgraça corre em nossas veias,
É o ato natalino,
Horario familiar,
Destintos sem violinos,
Bebe-se o vinho,
E sacrificam a si só,
Dizendo um Feliz Natal,
Pobre almas,
Feliz por diversão,
Infeliz natal,
Santa ceia e tanta degustação,
O animal paga com a vida,
Para o grande saceio sentimental,
Oh sim! é natal, que legal.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

It's a time.

Enfim no fim, e quase la observei.
Parei dentre os montes calculados.
Vi o que nao se pode ouvir.
Ouvi o que nao se pode sentir.
Caminhei por estradas aguadas e flutuantes.
Oh sim, sonhei acordado, uma vida num segundo.
So nao consegui entender o porque.
Muito menos o porque do porque.
Consegui sobreviver as mordidas da caça.
Acreditei quando ninguem mais sequer sabia.
Amei no inverso do que nada se compreendia.
Morri na vida, vivi na vida.
Tudo em um segundo.