Caminhe pelas pedras
Tire agora as sandálias hippie celestial
Essa selva concretada só ilude a ti
Consegue mesmo pensar que nada pensa?
Vale realmente a pena? rs
Ainda está em tempo, corra, vá agora.
Chegando la, avise aos iluminados que parem.
E que assim seja.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
no have¨
Chegado a hora marcada, momentânea por divisão.
Bem vindos meus amigos, ao pesadelo da realidade.
Por aqui talvez não haja esperança.
Olhe em sua volta irmão! O mundo está perdido, a cada esquina, a cada bar!
Pare e observe cada movimento denso da sociedade.
O governo é uma piada, mas sem eles não haveria graça.
Sem inspiração, apenas revolta momentânea. Entenda as formas, as fontes, os desejos, para que assim se alivie de toda essa sensação que ninguém jamais terá.
Bem vindos meus amigos, ao pesadelo da realidade.
Por aqui talvez não haja esperança.
Olhe em sua volta irmão! O mundo está perdido, a cada esquina, a cada bar!
Pare e observe cada movimento denso da sociedade.
O governo é uma piada, mas sem eles não haveria graça.
Sem inspiração, apenas revolta momentânea. Entenda as formas, as fontes, os desejos, para que assim se alivie de toda essa sensação que ninguém jamais terá.
no have'
Me paro a perguntar, como isso foi acontecer.
O sistema imposto aqui e agora, é o mesmo sistema falido de toda uma nação sem esperanças.
Os três estágios para manter a vida do próximo, simples e impróprio.
* Dê-lhe ao que apegar. Mas caso não consiga:
* Dê-lhe esperança. Caso não consiga:
* Dê-lhe o que fazer.
E quando nada acima surtir efeito, mostre-lhe o sistema, mostre-lhe a realidade, o sofrimento e a dor da evolução onipresente. Mal consigo acreditar, não existe mais fuga que satisfaça toda essa vontade de sumir, é como uma primavera sem fim, com um toque de inverno, soprando ventos frios em sua mente, enquanto o calor derrete seus pensamentos.
E ah! esquece.
O sistema imposto aqui e agora, é o mesmo sistema falido de toda uma nação sem esperanças.
Os três estágios para manter a vida do próximo, simples e impróprio.
* Dê-lhe ao que apegar. Mas caso não consiga:
* Dê-lhe esperança. Caso não consiga:
* Dê-lhe o que fazer.
E quando nada acima surtir efeito, mostre-lhe o sistema, mostre-lhe a realidade, o sofrimento e a dor da evolução onipresente. Mal consigo acreditar, não existe mais fuga que satisfaça toda essa vontade de sumir, é como uma primavera sem fim, com um toque de inverno, soprando ventos frios em sua mente, enquanto o calor derrete seus pensamentos.
E ah! esquece.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Enquanto irradiar
Escureceu, durante aquela tarde singela, nada mais importava apesar dos anseios exatos da emancipação de nossas almas. O chão tremia com tanto fervor que mal dava pra perceber a presença do desconhecido, estava escuro, o cheiro com praticidade invadia todo o campo, enquanto irradiavam ondas sonoras ao espaço. O universo ao mesmo tempo conspirava a favor do desconhecido que tanto temíamos, sofre então, feito pássaros em gaiola. Parece não entender, mas sinta quando o grito de alegria se estender por tudo o que conheces, exemplificando vossos sentidos, sentirá uma fagulha que abrangerá todo o universo, mentira seria se não presenciado antecipadamente. Lembra-te da carroça a beira mar? trazia ela, a vossa esposa, plantações de flores, singelas como aquela tarde onde tudo se escureceu, foram mortos a caminho? não era a hora, o desconhecido simplesmente os levaram ao mesmo tempo em que irradiavam ondas sonoras ao espaço. Vá, corra, feche os olhos e deixe que a obscuridade bata em vosso corpo, terá um explendor de toda uma geração em apenas uma vida, é o sentido, o oculto, ofuscado por vossa vida errante e cansada de provas, vi, vim, venci o inverso, por motivos óbvios cá estou, descrevendo a história que ainda não aconteceu, pois ainda não se foi pensada.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Nos ventos de Novembro
Conseguiremos uma chance
Assim que a neblina sumir
Verás que a alma ainda está no corpo
Pode sentir o calor dos meus braços?
Caminhe pela imensidão
vá agora, não olhe pra trás
apenas vá, sequer olhe pra trás
Siga os ventos de Novembro.
Quando lá chegar ascenda a lareira
E me espere sem lágrimas
Se aqueça desse frio intenso
Por favor não se lembre
Só assim conseguiremos uma chance
Nos novos ventos de Novembro
Por fim regredi pela contra vontade
Pode chorar agora que a lareira se apagara
Vá embora novamente
Apenas vá, sequer olhe pra trás.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Morra as vezes !
Perfeição no sentido não, maldito seja.
Parabéns, sempre, ressaca, custa a crer.
Insaciável gosto, presentemente foi, com a luz se foi.
Diria talvez, atrapalhado, a todo custo que sim.
Mas não, não sei onde estava a perfeição no sentido não.
Essa noite talvez virá, na próxima não será, aqui não estarei.
Via com antecedência, o mundo, o muro, tu me deste.
Debatendo os sentidos, gira gira gira senhor corra!
Existem anjos, vem e vão, num piscar de olhos, matem-no.
A cada fase, a cada olhar, a cada expressão, agora, matem.
O verdadeiro caminho da morte é a delicadeza da alma.
Nada de carne, nada de sangue, apenas morte intelectual.
Talvez eu morreria junto, talvez nem dor sentiria, talvez, talvez.
01/04/10
segunda-feira, 15 de março de 2010
Aquele que sim, oh sim!
Se eu fosse, aquele que sim, oh sim,
Agora diga, o que se faz, o que faço, oh menina,
Quando se entende não se explica, explicaria se assim fosse,
Pode-se entender o que mais alucina, esse andar, essa menina,
Por isso a guerra de entender a noite inteira,
Pode ser hoje, amanhã ou sexta-feira, explicaria se assim fosse,
Criar explodindo, teorias do real teórico, homo-tipo,
Se eu fosse, aquele que sim, oh sim,
Não haveria essa paz entre guerras, menos guerra entre guerras,
Oh sim, essa menina, a vida em si em singela harmonia,
Se eu fosse, aquele que sim, oh sim,
Haveria um senado, entre guerra celestial,
Explicaria se assim fosse, a quem se engana, a quem se ama,
A quem lhe trouxe, inspira-ti a matéria densa,
De grande conclusão, parados no portão, evasivos no tempo,
Se eu fosse, queria eu poder, aquele que sim, oh sim!
16/03/10
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